mais memórias para:
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terça-feira, 4 de maio de 2010


A song that I can dance to

Hummm.... difícil!




A song that no one would expect me to love


A song that reminds me of someone


My least favorite song


(não é bem não gostar, é mais irritar...)


Desafio



Encontrei
aqui um desafio que me agrada: consiste em fazer uma escolha musical durante 20 dias seguidos. Está visto que não vou cumprir alguns requisitos...



Day 1 - Your favorite song
Day 2 - Your least favorite song
Day 3 - A song that makes you happy
Day 4 - A song that makes you sad
Day 5 - A song that reminds you of someone
Day 6 - A song that reminds you of somewhere
Day 7 - A song that reminds you of a certain event
Day 8 - A song that you can dance to
Day 9 - A song that makes you fall asleep
Day 10 - A song from your favorite band
Day 11 - A song that no one would expect you to love
Day 12 - A song that describes you
Day 13 - A song from your favorite album
Day 14 - A song that you listen to when you’re angry
Day 15 - A song that you listen to when you’re happy
Day 16 - A song that you listen to when you’re sad
Day 17 - A song that you want to play at your wedding
Day 18 - A song that you want to play at your funeral
Day 19 - A song that makes you laugh
Day 20 - Your favourite song at this time last year

Cá vai:

My favorite song






quarta-feira, 21 de abril de 2010

Rosmaninhal

Metade do meu ser nasceu aqui.
Sinto-me uma filha ingrata, nunca mais lá voltei. Mas recordo, com saudade, o olhar que se perde no beije seco da paisagem, sarapintado, aqui e ali, pelo lilás do rosmaninho,

o aroma a lareira, chouriço e velhinhos sentados nos bancos de pedra, à porta de casa, à espera que o tempo passe,

a brisa que ferve, enrolada no bater das asas das cegonhas, quebrando o silêncio

Longe, sinto-me pequenina, como se lá estivesse, a olhar o céu, como há 20 anos. É um berço apontando o porvir.


segunda-feira, 19 de abril de 2010

convite

Queres vir comigo?
Uma noite no Baleal
quatro dias em Vale da Telha
com várias descidas à Arrifana
e outras tantas fugas à Carrapateira.
Depois podemos voltar para casa.
Mas passamos por Montemor!
Queres vir comigo?

Percorrer 4 km em 48 m a pé


Até aos 6 anos, fui um bichinho do mato. Vem daí o gosto pelos vegetais crus, pelos animais da floresta, a fuga do social. Quando somos pequenos, as distâncias parecem grandes. Crescemos e tudo se relativiza.
O meu tio visitava-me todos os dias. Percorria, a pé, 4 quilómetros em 48 minutos para me dar um rebuçado. Sempre foi louco por mim. E era loucura que me parecia ser o motivo que o levava ali, a pé. Fazia-me sentir tão querida e tão pequenina.
Agora entendo que loucura é apego. Já cozinho os vegetais. Faria por ele, o mesmo percurso várias vezes ir e voltar. Prefiro um peixinho dourado num aquário pequeno. Continuo a gostar tanto de rebuçados de fruta.

segunda-feira, 15 de março de 2010

"guleja"


O meu filho não é nada invejoso. Empresta os brinquedos todos. Não só não leva a mal que os amiguinhos lhos vão buscar ao cesto como os dá ele próprio de livre vontade. Orgulho-me disso. Acho que a partilha é porreira, pá!

Já no que toca a bolacha maria...
Espalha quatro ou cinco minis na mesa, manda uma trinca sôfrega em cada uma e fica a olhar para nós como quem grita Agora só lhe tocas se não tiveres muito nojo de mim, qual guloso que lambe o gelado para ninguém querer provar.


[Sim, há minis que não são cerveja!]

domingo, 14 de março de 2010


A aliteração é uma figura de estilo que consiste na repetição de um ou mais sons consonânticos. Por exemplo «Fogem fluindo à fina-flor dos fenos» (Eugénio de Andrade)


Já percebi, professora! E acho que sei dar outro exemplo: fazer fezes!


À sexta-feira aprendo sempre qualquer coisita...