
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
a minha receita de polvo à lagareiro

sexta-feira, 15 de outubro de 2010
As coisas de que verde pinheiro em sépia, por um lado, não gosta e, pelo outro, detesta

As pessoas que começam TODAS as suas intervenções com "Não..." tornam o meu dia mais alegre.
domingo, 26 de setembro de 2010
Não há nada mai lindo do có estrato social

sexta-feira, 24 de setembro de 2010
After all you haven't lost that lovin' feelin'

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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Os girinos dão-nos a volta à vida
De há uns tempos para cá, todos os dias, um casal traz um menino de 4 anos para brincar aqui atrás no parque. Têm ambos um ar desistente, vestem-se sempre de preto e usam uma cara triste. Todos os dias vêm cá. Devem viver perto, mas nunca antes os tinha visto. Parece que o mundo lhes caiu em cima. Caminham lentamente, cabisbaixos, com roupas desbotadas e rasgadas. O menino usa sempre as mesmas sapatilhas rotas. Parece feliz. Não sei que grau de parentesco os une, mas são muito próximos. O preto faz adivinhar o pior. Diria que desistiram da vida. Mas quem dedica tanto tempo do seu dia-a-dia a uma criança e lhe acaricia o cabelo na hora de ir para casa, triste por deixar a brincadeira, não pode ter desistido de nada. Antes muita gente coberta de dourados e vermelho da cabeça aos pés soubesse transformar a tristeza num amor assim. Aquele miúdo é feliz por muito velhas que sejam as sapatilhas.
as coisas favoritas de verde pinheiro em sépia #3
Legumes crus. Feijão verde, nabo, couve-flor, abóbora. Preferência por esta ordem. Provavelmente fruto de uma infância passada no meio do batatal. Mas, no topo do top, tomate (grande) cortado ao meio carregado com meio saco de sal grosso. Pá! Até me cresce água na boca.
sábado, 28 de agosto de 2010
Sufixos... bahh!

Encontrei a definição de sexyeza sexysão sexytude sexydade sexydez ser sexy.
Hoje de manhã, a praia de Espinho estava um espetáculo (vou poupando os cês para a palavra que mais vou dizer quando tiver mesmo que aplicar o acordo)! Exclamava quem tinha acabado de chegar do Allgarve que aqui se estava muito melhor. E a água? Já não me lembrava de a sentir assim: uma extensão plana e fantástica morna-a-atirar-pró-quente. Vinha a sair da água, a olhar para o que se consegue ver de nós próprios sem um espelho e a pensar
Há lá algo mais sexy do que uma mulher a escorrer água salgada, com um bikini suficientemente grande para tapar a cicatriz da cesariana, suficientemente armado para levantar mamas que amamentam há vinte e quatro meses e a carregar um matulão de dois anos?
Pois, eu logo vi que não.
