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sábado, 6 de dezembro de 2014

A evolução tem sempre dois lados: por um, tenho pena que o João deixe de substituir o som /r/ pelo /d/. Gostava tanto de o ouvir dizer foda em vez de fora ou glande em vez de grande. Por outro, orgulho-me de saber que já não diz calalho.

E por falar em Natal... já sei o que quero!

Um lençóis de engomar quando já estão postos na cama.

É tão bom ter o mundo nas mãos

O mesmo menino que no ano passado pediu ao Pai Natal uns patins e umas meias que voam, este ano quer um fato do Batman para salvar o universo.

sábado, 29 de novembro de 2014

Alguém explique o conceito de pares mínimos a esta gente, se faz favor!

Hoje, na caixa do continente, a funcionária dava a conhecer ao senhor que estava à minha frente uma recente promoção:
Quando acabar de preencher este cartão pode levar uma faca para casa. 
Ui, menina, eu quero lá uma vaca em casa. É que nem me cabe lá!

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A professora de Inglês dos meus alunos é meia parva

Hoje, numa aula de Inglês do 12º ano, daquelas em que (felizmente) consigo comunicar nessa língua do início ao fim, tentava ligar o computador para mostrar um documentário. A password do utilizador é alunos@escola. Estive meia aula para conseguir ligar aquela porra. Ia falando, entretendo, metia umas piadas pelo meio, fazia perguntas sobre a matéria, depois sobre a vidinha, ia ficando cada vez mais vermelha de fúria, já bufava e esmurrava (mentalmente) a mesa, o teclado e o monitor. Porra! Já me via a sacar de um martelo e espatifar a bosta do computador, que aquilo não tinha jeito nenhum. Porra!
Tentei de tudo: escrevi a password, apaguei, escrevi de novo, depressa, devagar, letra a letra, capslockei e descapslockei vezes sem conta e o sacana não saía dali. Porra! Pensei logo que teriam alterado a senha, EU ESTAVA A FAZER TUDO BEM, PORRA!!!!! Se tem algum jeito! Alterar a pass e não avisar ninguém!... Bolas! Que falta de respeito! Cada vez mais corada e a deitar faíscas pelos olhos, prestes a desistir, lá resolvi tentar uma última vez, devagar, de va ga ri nho, e lá escrevi: students@school. Ups... Porra...

domingo, 26 de outubro de 2014

Este blog agora é só filhos e bolos, filhos e bolos. Que seca! Nem me apetece cá vir ler isto...

Vamos lá então falar de coisas mais interessantes. Ontem fui-me aos vernizes para o inverno. O vermelho é para ficar, que esse atravessa estações, mas andava já há algum tempo à procura de um castanho que me encantasse.

Posso ajudar?

Sim, com certeza. Queria um verniz castanho, mas receio que nas unhas não fique exatamente esta cor. 

Tem razão, não fica. E não tenho tester para lhe mostrar como fica. Fica mais aquele castanho errrrr... como vou explicar-lhe?... errr

Terra?

Não, é mais castanho errrrr toupeira, 'tá ver?

(Nem por isso! Quando era miúda vi umas quantas toupeiras, mas estavam todas sujas de modos que não me recordo lá muito bem da cor exata que tinham...) Não estou a ver bem qual é esse castanho... É castanho acinzentado, não é?

Não! Credo! Nada a ver! É mesmo castanho toupeira, 'tá ver?

(Não, por acaso continuo a não 'tar a ver) Mas não é assim a fugir para o cinzento?

Não!!! Olhe é melhor levar outra cor!



Acabei de pintar as unhas (e o resto dos dedos, que a pressa é mesmo inimiga da perfeição) de castanho-toupeira ali na varanda. Está um tempo veranil maravilhoso e aproveitei os 4 minutos e 20 segundos de calma nesta casa para lá ir sem ser necessariamente para por a roupa a secar lá fora. Acabei por reparar numa coisa importante e da próxima vez já sei o que pedir:
Queria um verniz castanho-da-cor-dos-alumínios-das-janelas-da-minha-varanda, 'tá ver?


Ele há clientes mesmo CHATAS!



quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Para quem convive comigo mais amiúde aquilo do testículo do Markl é coisa poucochinha...

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Acabados os trabalhos de casa, o João dá-me uma lição de ditongos. Escreve-os e pede que os copie para lhes rabiscar um certo por cima. Está com um ar meio distraído. De repente diz Estou aqui a pensar numa coisa. Deixa-me experimentar! e começa a misturar as letras: saem-lhe tritongos. Adoro este olhar de quem acaba de descobrir a pólvora. Realmente o mundo é das crianças...