Vejo-me obrigada a fazer uma pequena correção ao post do cheiro a pêssegos na cozinha, porque acabei de passar por baixo das ramadas de uma figueira. Uau!
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Há dias conversava com uma amiga que vai casar. Perguntava-me se as coisas mudam muito quando há mais do que uma escova de dentes na casa-de-banho.
Não querendo desmotivá-la, disse-lhe só que é uma questão de rádio. No início, é ao estilo da comercial: em casa, no carro, em todo o lado. Depois vêm os filhos e passa-se para a rfm: só grandes músicas (ou intervalos ou entretantos). Os miúdos vão crescendo e precisando cada vez mais de nós: tudo o que se passa passa na tsf e só lá já que no quarto não se passa nada. É mais ou menos por esta altura que aparece a m80 e recordamos com saudade todos os "êxitos" dos anos 90.
Tudo uma questão de rádio portanto.
Tudo uma questão de rádio portanto.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
domingo, 24 de maio de 2015
Pedro, o devorador
Esqueçam a camisola toda suja e o chocolate a escorrer pelo queixo. Este meu menino é um devorador de gelados. Até dá gosto vê-lo comer.
Aposto que ninguém reparava nos pormenores da camisola e do queixo se não os tivesse referido logo à partida. Só gulosos é que lêem isto, pá.
sábado, 16 de maio de 2015
Estimados Gajos,
Estive a fazer as contas e, se vocês dedicassem ao vosso lar uma pequena parte do tempo e empenho que estouram na merda dos Leagues of Legends, haveria muitas casas a brilhar por esse país fora com mulheres sorridentes (e caladas) à janela a ver passar o trânsito. É uma estratégia win-win!
Ponham-se finos!
De nada.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Está bonito, está!
Parece que há para aí uma nova moda: yoga de crianças para evitar birras. Há, pelo que pude apurar, cinco possibilidades, das quais podemos escolher a que mais se adequa aos nossos filhos. A primeira é a respiração de abelha, segundo a qual as crianças, de joelhos, devem respirar imitando uma abelha; a segunda é a postura do gato, na qual os putos arqueiam as costas como um gato; a terceira é a postura do nuvem, de acordo com a qual a criançada levanta os braços para afastar as nuvens imaginárias que tem sobre a cabeça; a quarta é a postura da árvore, que consiste em procurar a quietude, a concentração e o equilíbrio; a quinta é a postura da criança, mais curvada.
Pois deixem-me dizer-vos o seguinte: não funciona. Pelo menos cá em casa. Estas sugestões pretendem evitar ou terminar momentos de tensão e agitação. O Pedro usa-as todas, desde que nasceu, DURANTE as birras.
Ah, espera! A menos que se refiram aos pais! Somos nós que devemos por em prática aquelas posturas? Bom, assim então é bem capaz de funcionar! Já estou a imaginar a cara do miúdo ao ver a mãe de costas curvadas, joelhos no chão, pernas dobradas, a estrebuchar ensandecida.
Vou experimentar em casa primeiro e esperar que a fase das birras passe antes de ter que o fazer no hipermercado.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Mais uma vez, venho cá partilhar, porque pode dar jeito a alguém, que encontrei um novo esquema de exercício para a tal forma de verão que todas pretendemos. Lá na escola, arranjaram-me um cacifo daqueles de rés-do-chão. É assim que tratam os últimos a chegar: agacha-te para aí, tivesses vindo mais cedo. Ora, eu não podia estar mais agradecida por cuidarem tão afincadamente da minha linha. São tantos agachamentos quantos intervalos. Às vezes, quando me esqueço de alguma coisa, até lá vou mais do que uma vez de 90 em 90 minutos.
Outra série de exercícios que faço com alguma frequência são as idas ao wc. Já sabemos que, depois de termos filhos, a bexiga aumenta consideravelmente os alarmes (os tais 90 minutos quase já não são suficientes), pelo que, como sou uma nojentinha e não me sento nas sanitas do povinho, aquela posição manhosa de cadeirinha, junto com o pavor de roçar com as pernas ou o rabo na louça contaminada, já para não falar na força para controlar tudo isto e ainda conseguir fazer sair o chichi, resultam num belíssimo exercício para trabalhar os músculos da barriga e das coxas e ainda, claro, a flexibilidade de lidar com micróbios.
Sim, sim, sou muito nojentinha. Tão nojentinha que desenvolvi uma técnica para mudar a fralda aos miúdos em pé. Aqueles fraldários públicos são tão sujos que fui aprimorando a estratégia e agora sou uma pro a mudar fraldas com as crianças em pé. Sim, também para os cocós. Mesmo aqueles mais moles. É espetacular e faz-se em qualquer cantinho. Hei de abrir ali ao lado o formulário para inscrição em sessões de coaching.
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