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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Lembrete: uma prenda de aniversário fixe é ter a sala só para nós.

Hoje o quarteto fantástico foi ao cinema.
Gosto de ter onde pousar. De sentir que pertenço a um sítio e a quem lá está. Mesmo sabendo que não, que sou livre e que escolho, gosto desta sensação de não ter para onde ir por não me sentir assim noutro lado. Hoje pouso no João. Parabéns, filho!

terça-feira, 11 de agosto de 2015

João, o tecnoboy

Mamã, podes dar-me uma ajuda?
Só um bocadinho, filhote! Estou a passar a ferro!
E não podes carregar no pause?

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Estive a arrumar o material escolar do João e encontrei um caderno onde ia rabiscando umas coisitas em casa. Vi, entre outras, umas cópias que foi fazendo. 


Então mas tu pões o teu filho a fazer cópias de textos sobre traques?
Claro. Se quero que fique com uma caligrafia de jeito, tenho que lhe dar tarefas aliciantes. Não me digam que voltaram as perguntas esquisitas.

domingo, 9 de agosto de 2015

Imagine-se o brinquinho que isto anda nos dias de passeio da escola dos meus filhos

Há quem vá às massagens. Quem roa as unhas. Conheço pessoas que papam séries inteiras, filmes seguidos e livros ou revistas. Jornais também servem. Há quem leia blogs. Eu, quando estou ansiosa, limpo a casa. Se alguma coisa não me corre bem, limpo a casa. Se estou à espera de notícias, limpo a casa. Quando há algo que me preocupa, limpo a casa. 


Na viagem de dois dias quando o João foi finalista até os cantinhos ficaram a brilhar!
Da próxima vez que me perguntarem o que é isso de deítico e para que serve, não vou enganar com teorias balofas e definições que estudei nos livros. Agora já sei o que é um deítico: é o caminho mais curto para se deixar uma mãe de sobrolho franzido. 


Quando pergunto

Pedrinho, onde escondeste o comando da televisão?

Pedrinho, que barulho é este, onde estás a mexer?

Pedrinho, onde andas?

Pedrinho, não sei onde está o teu garfo, onde o guardaste?

Onde queres dormir, Pedrinho?



a resposta é invarialvelmente um


 Aqui!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Àquelas memórias que aqui deixei há uns dias juntam-se estas. As que os meus filhos hão de um dia recordar também. O cantar dos grilos ao final da tarde e, depois do render da guarda, o coaxar dos sapos. Os lírios da montanha a sacudirem-se mesmo debaixo do nosso nariz. As estradas que correm ao lado do rio. Os lagos. Os nenúfares! Há nenúfares aqui!! Há estalidos de calor. E colo. Há colo para todos.

Se viram dois rapazes a correr como se fossem loucos corredor do hotel fora até ao elevador que dá acesso à piscina e os pais atrás deles como se fossem loucos mas sem o como se,

somos nós.
As minhas associações de ideias preocupam-me. Ultimamente ainda me têm deixado mais assustada. Por exemplo, liguei o computador mas não havia net. Fui espreitar o modem e reclamei por não estar a funcionar. Foi então que dei por mim a fazer este cruzamento: 





modem talking
Eu cá acho que quando vamos ler uma receita e ela começa com "Segure nos ovos" é muito bom sinal. Não é?