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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Terapia motivacional

Tocas piano tão bem, filho! Quem me dera tocar assim...

Oh, mãe, não fiques triste! Há tanta coisa que tu fazes bem!

Há?

Claro! Olha, por exemplo, tu... tu... tu és muito boa a cortar unhas!!

domingo, 10 de janeiro de 2016

Pedro, o engenhocas

Tudo quanto seja de montar, peças, pecinhas, mecanismos, é ver o Pedro sossegado durante uma boa meia-hora a tratar de perceber como se faz e, principalmente, como se desfaz. Fica muito atento, com um ar muito sério, não gosta de ser incomodado e encara aquilo como a tarefa mais séria do mundo. Ou isso ou é por serem ovos kinder.

Nova rubrica: os meus filhos já não usam bodies, mas a gaveta ainda cá está

A barulheira chamou-me à sala. Era tal a chinfrineira que me apressei para ver o que se passava. Quando cheguei, os dois miúdos saltavam tresloucadamente em cima da mesinha minúscula e frágil que eu não tinha deixado no centro da sala e o pai tentava, vigorosamente, balançando a cabeça da esquerda para a direita, continuar a ver a série que estava a acompanhar na televisão. 

O que se passa aqui? Não percebem que isso é muito perigoso?

Pois (continuando a balançar a cabeça), eu até já ia chamá-los à atenção! É que não consigo ver nada!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Everybody loves John

O João está a fazer uma coleção de livros. Compra-os à sexta num quiosque. Desta vez, não pôde ir e eu fiz-lhe esse favor. Quando lá cheguei, dei os bons dias e pedi o livro da tal coleção. A senhora do quiosque olhou para mim com desconfiança e perguntou se era para o João. Respondi que sim. Não veio hoje? Não pôde. Ah, que pena, gosto tanto de conversar com ele.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Já agora

a todos os que me enviaram mensagens de ano novo a sublinhar que temos 365 dias de felicidade para encher, olhem que estou a contar que o dia 29 de fevereiro seja igualmente bom, tá?

Tanto sítio para juntar gente e tinha logo que ser aqui em casa Episódio II

A saga continua. Fiz cheesecake de côco, pavlova, mousse de champagne e fudge de chocolate para os pequenotes. Não fiz mais nada porque o resto tinha nomes portugueses.
Aí vem a brisa.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

O poder dos boatos

Ontem fomos, finalmente, ver o Star Wars. Horrível. Não o filme, desse gostei muito. Ir ao cinema comigo é que é horrível. Correndo o risco de spoilar aqui qualquer coisita (ou então não, já que as duas pessoas e meia que me leem já devem ter ido ver o filme há que tempos), quando a Rey vai ter com o Luke e está já a sobrevoar o local onde chega a encontrá-lo, eu disse para o lado Queres ver que o tipo estava escondido na Berlenga?
Ora, os senhores que estavam atrás de nós ouviram e, não percebendo o meu tom jocoso, comentaram espantados entre si que o Luke Skywalker estava na Ilha da Berlenga.
Quando íamos a sair da sala de cinema, estava um grupo a comentar que uma gaja disse lá dentro que o Star Wars foi filmado em Portugal e que isso é muito bom para o nosso turismo.
Eu pus os meus olhos de Gato das Botas do Shrek e pisguei-me. Mas não antes de ouvir alguém rosnar Não se pode sair de casa contigo!



Se tens menos de dezoito pára já. Este post não é para ti. Vai jogar playstation. Vai. Vai!

Vou direta ao assunto. Hoje, no dentista, já depois de me sentar e escancarar a boca, fui avisada:
Ora bem, hoje vamos ter que colocar um dique na sua boca.


Meia hora depois ainda me estava a rir e o dentista continuava a dizer, aflitivamente, que se trata de um procedimento para isolar o dente a tratar.