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terça-feira, 15 de abril de 2014

Estou tão crescida! Fiz um teste credibilíssimo de idade mental no facebook: 21 anos. Eu logo vi que a minha postura não é adequada à idade!

quarta-feira, 26 de março de 2014

João, vamos, vai buscar o teu casaco.

Tudo eu, nesta casa, tudo eu! Mamã, também que começar a fazer alguma coisa!

Hein?!?



Pupá, desliga-me esse computador. Isso faz muito mal aos olhos e ao cérebro, sabias? Acorda prá vida, pupá!

Hein?!? Hein?!?





Há noites em que uma gaja não pode ler coisas como esta sem ficar abananada.

terça-feira, 25 de março de 2014

E quando o jantar está pronto e o João chama o mano para a mesa?
Anda, filhote, vamos comer!

:)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Momento embaraçoso do dia

Estávamos a chegar a casa, aguardávamos a chegada do elevador, onde vinha a vizinha. Saiu, nós entrámos e, naquele momento em que cruzámos olhares com um sorriso de boas-tardes, o João diz (muito alto) Ui, que cheira tão mal aqui dentro!

Ainda estou aqui a pensar se o meu acenar com a cabeça aliado ao sorriso que tinha nos lábios pareceu:
um boa tarde e até loguinho,
um caramba, João, podias ter esperado que a senhora saísse,
ou um realmente o meu filho tem razão e a senhora podia ter esperado por sair do elevador.







quarta-feira, 19 de março de 2014

Amor de Filho em Dia de Pai

Ao almoço, o pai manda uma cacetada descomunal com o joelho na pata da mesa. Com um ar preocupado, o João observa o pupá a queixar-se e a mudar de sítio para não voltar a bater. Passados alguns minutos, ouve-se entre dentes:
Bolas! Ainda bem que eu estou sempre sentado a meio da mesa.
Enfim... amor de filho...

quarta-feira, 5 de março de 2014

Sabemos que estamos a criar bem os filhos quando tentamos domar uma gastro enfiadas na cama e do outro lado da casa, no quarto do mano, o João adormece o Pedro a cantar-lhe docemente o "sobe sobe balão sobe".

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Ora porra! Isto vai levar muitos asteriscos!

Hoje de manhã disse para mim: vou dar um descanso à máquina e vou lavar esta roupinha toda à mão. Aproveito o sol maravilhoso que finalmente resolveu dar a cara e ainda consigo por a corar os bodies e as camisolas e calças cheias de nódoas que para aqui andam. Dou uso ao bom velho sabão macaco e, como está vento, num instante isto seca tudinho. Estive a manhã to-da nisto. Era um montão. Esfreguei, esfreguei, fiquei com os dedos num oito, lixei o verniz todo, mas a roupa estava a abanar ao vento ali na varanda ainda antes do meio-dia. Ao fim da tarde estava tudo seco. 
Olho lá para fora, sorrio, orgulhosa e satisfeita por finalmente conseguir secar um estendal sem ter dar uso ao aquecedor. Quando desalapo o rabo do sofá para ir recolher a roupa, uma put* duma gaivota faz um voo raso à varanda e cag* roupa, estendal, varanda, vidros, tudo. 
Fod*-se, agora vai tudo para a máquina! Não vou voltar a lavar tudo à mão! 
Quando a máquina acabou de lavar, começou a chover. *******!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014